quarta-feira, 30 de maio de 2012

Solar em Coja







Escudo de fantasia em cartela de concheados sob coronel de nobreza.
Esquartelado: I - Azevedo. II - Monteiro. III - Carvalho. IV - Silva.

Solar em Amarante




Escudo em cartela sob elmo e timbre, ornado de paquife.
Esquartelado: I e IV - Cerqueira. II e III - Magalhães.
Timbre: Cerqueira.

São Gonçalo de Amarante










Escudo ibérico com paquife, elmo e timbre.
Esquartelado: I - Vasconcelos. II - Queirós. III - Teixeira. IV - Magalhães.
Escudo com elmo paquife e timbre.
Esquartelado: I - Pinto. II - Vasconcelos. III - ?. IV - Homem. (ou III e IV - Queirós (dimidiado?))

Restaurante Cancela Velha - Marco de Canaveses

Escudo em cartela, ornamentado por motivos vegetalistas, sob coronel de nobreza.
Esquartelado: I - Monteiro. II - Vasconcelos. III - Saldanha ?. IV - Moreira ?

Casa em Marco de Canaveses



Escudo com elmo paquife e timbre.
Armas de Carneiro em chefe.

Casa em Amarante


Escudo oval sob elmo e timbre.
Cortado: I  - Costas dos Senhores de Pancas. II - Partido: I -  ?. II - Teixeira.

Casa em Amarante



Escudo com elmo, paquife e timbre.
Esquartelado:I - Peixoto. II - Amaral. III - Pereira. IV - Vasconcelos.

Casa em Amarante





Escudo em cartela, paquife, elmo e timbre.
Esquartelado: I e IV - Vasconcelos. II e III -Homem.

Quinta da Fervença - Cinfães.


Escudo de fantasia sob coronel de nobreza.
Esquartelado: I - Vasconcelos. II - Gaio. III - Melo. IV - Pereira.

Cronologia:

1613 - A quinta foi vinculada por Miguel de Vasconcelos e Melo.
 Séc. 18 - data de construção do pórtico.
 
http://www.monumentos.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=6663

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Capela em local submerso pela barragem da Aguieira.

( Foto de Luís Ferros)
Na fachada de uma capela que existia na estrada Mealhada - Viseu, e que foi desmanchada em 1979 pelos proprietários, devido a estar na zona de albufeira da então construída barragem da Aguieira.
Escudo de fantasia encimado por coronel de conde. Partido: I - Costa. II - Amaral.

Provavelmente da capela de São Paulo da Ponte do Criz, que ficava na póvoa de Casal do Criz, hoje submersa. Fazia parte de um morgadio, instituído, ao que parece, por D. Sancho I, com obrigação de manter no mesmo local um hospital/albergaria para peregrinos.
Em 23-09-1462, aparece-nos um Afonso Martins "ponteiro da Ponte de Criz", que juntamente com uma Catarina Eanes, doam uns casais a Martinho Eanes, casado com Catarina Martins.

Referem as Memórias Paroquiais de Santa Comba Dão, de 1758, o seguinte:


"Ao quinto (inquérito), que esta villa tão celebre em outro tempo pella sua riqueza, como hoje pella sua pobreza, hé termo separado dos mais e comprehende duas povoas, huma chamada Fontainhas, outra o Coval, esta tem cinco fogos e vinte e duas pessoas, aquella outros cinco fogos e vinte pessoas. Etambém a este termo pertence o cazal da Ponte do Cris que conta por boa aritmetica huma caza e três pessoas. 

 que a parochia está fora da villa, divi­dindo-a só hum terreiro e comprehende as ditas duas povoas e Cazal (da ponte do Criz).


 que tem três ermidas que rematam a villa por três estradas que esta tem, a primeira chama-se Senhora da Piedade, a segunda Sancto Estevão, a terceira, a mais moderna, o Senhor da Ponte, assim chamada por estar no principio da ponte Dam, e todas pertencem ao povo desta freguezia. As duas povoas tem duas ermidas, às Fontainhas há huma de Santo Caetano, ò Coval outra de Sam Benedito que pertencem aquelles povos, ò Cazal de Cris tem huma de Sam Paullo de que hé administrador o sobrinho do capitam mor desta villa chamado Jozé de Almeida Leitam de Sovral e Vasconcellos, natural da villa de Sam Pedro do Sul, o coal está na cabeça de seo morgado de que lhe fez mercê aos seos ascendentes o Senhor Dom Sancho Primeiro de cujas terras com outras adjacentes recebe o oitavo.


que das meias agoas do rio Cris se paga certa cota ao sobrinho do capitam mor desta villa que acima tocamos por a ella se extender o seo senhorio".

"que o rio Cris na estrada que vem para esta villa em distancia de meia legoa tem huma ponte capaz de rezistir a coalquer impulso"
  
Durante a 3ª invasão francesa, as tropas de Wellington destruíram a ponte do Criz, para evitar o avanço do exército napoleónico, que seguia para o Buçaco. De seguida, a ponte foi reconstruída, e junto a ela foi colocada uma lápide comemorativa, como a que existe junto à antiga ponte do rio Dão, conhecida como monumento da "Memória".



Em 1826, estava este morgado na mão dos condes da Lapa, que o tentam arrendar, com o seguinte anuncio:


"Quem quiser tomar de arrendamento o Morgado de S. Paulo da Ponte do Criz, na Comarca de Viseu, pertencente ao Conde da Lapa, que se compõe de alguns foros sabidos e oitavos de todos os frutos e décimos de azeite que lhe pagão os caseiros de Almassa , Almasinha, Val de Paredes, Breda, Freixo e Gontinho, no distrito de Mortagoa , e os da Colmiosa no distrito do Couto do Mosteiro, pode falar ao mesmo Conde da Lapa, no seu palácio do Campo de Santa Ana".

Não consegui encontrar qualquer relação entre estas armas e os ascendentes dos condes da Lapa.