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sábado, 3 de outubro de 2026

Torre e Igreja de Manhente, Barcelos


 
















Quinta do Bosque , Barcelos, Remelhe. Torre de Moldes


 


Escudo sob elmo e timbre de Pereiras, em cartela rocaille.

Esquartelado de: I - Pereira (com diferença). II - Fonseca. III - Silva. IV - Veloso. 

CBA de 8-03-1783 em nome do Bacharel João Nepomuceno Pereira da Fonseca Veloso,  Juiz de Fora da Vila de Mecejana, e suas anexas, natural da freguesia de Santa Marinha de Remelhe, etc. (AHG-1234)


Casa da Torre de Moldes, Barcelos, Remelhe


 




Escudo sob elmo e timbre de Pereiras, em cartela rocaille.

Esquartelado de: I - Pereira (com diferença). II - Fonseca. III - Silva. IV - Veloso. 

CBA de 8-03-1783 em nome do Bacharel João Nepomuceno Pereira da Fonseca Veloso,  Juiz de Fora da Vila de Mecejana, e suas anexas, natural da freguesia de Santa Marinha de Remelhe, etc. (AHG-1234)

Torre e Casa de Gomariz, Vila Verde, Cervães.


 




Escudo sob elmo e timbre de ? (uma torre), ornado de paquife.

Esquartelado de: I - Esquartelado de Cunha e Silva. II - Velho. III - Azevedo. IV -  Barreto.


 Armas de Cunhas

 

Património Cutural - Instituto Público: 

"História
A propriedade de Gomariz foi documentada pela primeira vez em 1296, ano em que Estêvão Durão Esteves, Cónego da Sé de Braga e contador do rei D. Dinis, adquiriu a propriedade (SOUSA: 1978, p.16). O edifício que chegou até à atualidade é posterior aos finais do século XIII, mas revela uma tipologia de habitação nobre característica dos séculos finais da Idade Média, fazendo crer que se deu uma reforma de um conjunto anterior; no entanto, desconhece-se se à época da citada compra existia uma domus fortis no local.
No início do século XVI, provavelmente na sequência da passagem da posse da quinta para Constança Soares, viúva do nobre Pedro da Cunha, ocorrida em 1531, deu-se uma profunda reforma do edifício medieval, embora Carlos de Azevedo avance que o promotor da obra possa ter sido o próprio Pedro da Cunha, ainda pelos finais do século XV (AZEVEDO, 1988, p.146).
Depois da reforma quinhentista, possivelmente no século XVIII, construiu-se a nova ala residencial, adossada à torre, cuja organização espacial original consignava ao piso térreo os espaços de apoio, como arrecadações, cozinhas e demais dependências de carácter funcional e, porventura, rural, ao passo que reservava ao andar nobre os quartos e o salão social. Durante a campanha barroca foi também construído o muro de delimitação da quinta, bem como a capela, localizada junto à entrada da propriedade.
No ano de 1913 o imóvel foi adquirido pela atual família proprietária. No entanto, os espaços quer da torre quer da habitação barroca chegavam aos finais da centúria bastante degradados.
Assim, no início do século XXI os proprietários patrocinavam uma grande obra de reconversão dos espaços, para que fossem adaptados a unidade hoteleira, que promoveram a reabilitação das estruturas arquitetónicas, com base numa solução reversível. O projeto foi realizado pelos arquitetos Paulo Braga e Cristina Amaral, com design interior do Atelier Nini Andrade e Silva.
O imóvel foi classificado em 2019 como monumento de interesse público.
Catarina Oliveira
DGPC, 2019" 


Torre de Azevedo - Solar dos Azevedos, Lama, Barcelos

 




Armas de Azevedos





Armas de Azevedos



Armas de Azevedos


Património Cutural - Instituto Público:

"O núcleo primitivo do Solar de Azevedos corresponde ao maciço torreão lateral, edificado no início do século XVI. Na realidade, foi gravada numa das fachadas da torre uma inscrição, mandada executar por Martinho Lopes de Azevedo e datada de 1536, que confirma que a torre estava já construída nessa época.
Esta torre é exemplo de um modelo de residência senhorial quinhentista, designada por casa-torre , muito comum no Alto Minho. Esta tipologia retomou a estrutura do torreão de defesa muito utilizado na arquitectura militar medieval, utilizando-o não para fins defensivos mas como símbolo de nobreza de linhagem.
A estrutura da casa seria alterada no século XVIII, com a construção de um corpo residencial anexo à torre. De feições barrocas, este novo edifício desenvolve-se longitudinalmente dividido por dois pisos. Na fachada principal foi edificada, no andar nobre, uma grande varanda com colunata, recuperando o modelo da loggia quinhentista, que abre para o jardim da casa.
Na época da reforma da casa, o salão nobre da torre quinhentista foi decorado com painéis de azulejos com cenas relativas à história da família Azevedo, e o tecto de madeira que cobre o espaço foi dourado e policromado.
Catarina Oliveira
IPPAR/2005"


Jazigo e Monumento a D. António José de Sousa Barroso, bispo-prelado de Moçambique, bispo de São Tomé de Meliapor e do Porto, Remelhe, Barcelos


Escudo oval sob galero de onde pendem dois cordões de seis borlas cada, coroa de nove pérolas aparentes, mitra e báculo.

Partido: I - Gomes. II - Barroso. 



Leitura igual ao anterior
 

 

Paço dos Condes de Barcelos - Museu Arqueológico de Barcelos





Armas do concelho de Barcelos



Armas de Pachecos




Armas da Ordem dos Pregadores (São Domingos)



Armas do Reino