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sábado, 3 de outubro de 2026

Torre e Casa de Gomariz, Vila Verde, Cervães.


 




Escudo sob elmo e timbre de ? (uma torre), ornado de paquife.

Esquartelado de: I - Esquartelado de Cunha e Silva. II - Velho. III - Azevedo. IV -  Barreto.


 Armas de Cunhas

 

Património Cutural - Instituto Público: 

"História
A propriedade de Gomariz foi documentada pela primeira vez em 1296, ano em que Estêvão Durão Esteves, Cónego da Sé de Braga e contador do rei D. Dinis, adquiriu a propriedade (SOUSA: 1978, p.16). O edifício que chegou até à atualidade é posterior aos finais do século XIII, mas revela uma tipologia de habitação nobre característica dos séculos finais da Idade Média, fazendo crer que se deu uma reforma de um conjunto anterior; no entanto, desconhece-se se à época da citada compra existia uma domus fortis no local.
No início do século XVI, provavelmente na sequência da passagem da posse da quinta para Constança Soares, viúva do nobre Pedro da Cunha, ocorrida em 1531, deu-se uma profunda reforma do edifício medieval, embora Carlos de Azevedo avance que o promotor da obra possa ter sido o próprio Pedro da Cunha, ainda pelos finais do século XV (AZEVEDO, 1988, p.146).
Depois da reforma quinhentista, possivelmente no século XVIII, construiu-se a nova ala residencial, adossada à torre, cuja organização espacial original consignava ao piso térreo os espaços de apoio, como arrecadações, cozinhas e demais dependências de carácter funcional e, porventura, rural, ao passo que reservava ao andar nobre os quartos e o salão social. Durante a campanha barroca foi também construído o muro de delimitação da quinta, bem como a capela, localizada junto à entrada da propriedade.
No ano de 1913 o imóvel foi adquirido pela atual família proprietária. No entanto, os espaços quer da torre quer da habitação barroca chegavam aos finais da centúria bastante degradados.
Assim, no início do século XXI os proprietários patrocinavam uma grande obra de reconversão dos espaços, para que fossem adaptados a unidade hoteleira, que promoveram a reabilitação das estruturas arquitetónicas, com base numa solução reversível. O projeto foi realizado pelos arquitetos Paulo Braga e Cristina Amaral, com design interior do Atelier Nini Andrade e Silva.
O imóvel foi classificado em 2019 como monumento de interesse público.
Catarina Oliveira
DGPC, 2019" 


segunda-feira, 4 de setembro de 2023

Solar da Corujeira - Vinhais





Timbre de Silvas



 Escudo sob elmo e timbre de Silvas, ornado de volutas.

Esquartelado de: I - Silva. II - Partido de: 1 - Barreto (timbre)?/Araújo (timbre)? 2 - Rocha? Araújo? III - Morais. IV - Sarmento.

segunda-feira, 24 de julho de 2017

Jazigo da família dos Morgados da Granja, no Cemitério Central de Aveiro



Escudo sob coronel de 8 pérolas.
Esquartelado: I - Barreto. II - Ferraz. III - Oliveira. IV - Vasconcelos.

Ver casa dos morgados da Granja AQUI

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Igreja Matriz de Góis




Escudo "au Ballon" com elmo, paquife e timbre.
Esquartelado: I e IV- Silveira. II - Góis. III - Lemos
Dos condes de Sortelha.



Capela dos Barretos Perdigões


 Timbre de Barretos

Escudo em cartela com elmo paquife e timbre.
Partido: I - Barreto. II - Perdigão.
Timbre: Barreto.



 Na pia baptismal
 Escudo de fantasia.
Esquartelado: I e IV- Silveira. II - Góis. III - Lemos
Dos condes de Sortelha.
 Túmulo de D. Luís da Silveira



 Escudo de fantasia.
Esquartelado: I e IV- Silveira. II - Góis. III - Lemos
Dos condes de Sortelha.
  Escudo de fantasia.
Esquartelado: I e IV- Silveira. II - Góis. III - Lemos
Dos condes de Sortelha.



Escudo esquartelado:  I e IV - Coutinho? Fonseca?  II e III - Noronha
Armas de D. Brites Coutinho, mulher de D. Luís da Silveira, 1º Conde de Sortelha


Escudo de fantasia.
Esquartelado: I e IV- Silveira. II - Góis. III - Lemos
Dos condes de Sortelha.

 Monumentos.pt:

"A Igreja Matriz de Góis foi fundada a 10 de abril de 1415, como sede de colegiada, depois de firmado compromisso entre o prior, Fernão Gil, e o então senhor da povoação, Estevão Vasques de Pedra Alçada.
No início do segundo quartel do século XVI D. Luís da Silveira, conde de Sortelha e senhor de Góis, fixou residência na vila, decidindo renovar o templo matricial, nomeadamente a capela-mor, onde pretendia fazer o panteão dos Silveira. Desta forma, contratou o arquiteto Diogo de Castilho, firmando contrato com o mestre em abril de 1529. Esta empreitada, que se prolongou até 1531, foi a primeira obra documentada onde laborou Diogo de Torralva (1500-1566), que riscou os planos do espaço com Castilho. Da mesma campanha data a execução do túmulo do conde, uma magnificente obra "ao romano" que atesta a linhagem e erudição do seu encomendante, cuja estrutura retabular se deve a João de Ruão (?-1580), sendo a estátua orante atribuída, com reservas, a Odart. As tábuas do retábulo-mor, já executadas depois da morte do conde, são atribuídas a Francisco de Campos.
Catarina Oliveira
DGPC, 2016"


sábado, 12 de novembro de 2016

Casa dos morgados da Granja em Aveiro



Escudo sob elmo e timbre de Amorins (ou Barretos?), ornado de paquife.
Esquartelado: I - Barreto. II - Ferraz (mal representado) III - Oliveira. IV - Vasconcelos

Dos morgados da Granja.

sexta-feira, 14 de março de 2014

Ex-libris do 2º Conde de Folgosa.

Adolfo da Fonseca Magalhães da Costa e Silva, 2º conde de Folgosa

Escudo sob coronel de conde e timbre de Barreto.
Esquartelado:
 I - Esquartelado de: 1 - Barreto. 2 - Rocha. 3 - Rego. 4 - Velho.
II - Partido de: 1 - Almeida. 2 - Brandão.
III - Partido de: 1 - Fonseca. 2 - Magalhães.
IV - Partido de : 1 - Costa. 2 - Silva.

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Palácio de Tavarede, Figueira da Foz















Escudo ibérico sob elmo e timbre, ornado de paquife.
Escudo esquartelado - I e IV - Quadros. II e III - Barreto.
Foi o 1º Barão e 1º Conde de Tavarede, João de Almada Quadros de Sousa e Lancastre

 
Escudo sob coronel de conde(?)
Cortado: I - Partido de 1 - Quadros. 2 - Vasconcelos(?). II - Sousa (?)
Armas do Conde de Tavarede ?